Matadores de Vampiras Lésbicas



Leitores e leitoras: fomos enganados. Matadores de Vampiras Lésbicas não só é uma comédia meia boca, como também uma tentativa (muito) mal-sucedida de emular o sucesso das ótimas comédias dirigidas por Edgar Wright, como Todo Mundo Quase Morto e Chumbo Grosso. E se isso não fosse o bastante, as atuações vistas no filme são divertidas e com bom timing cômico (algo que salva algumas cenas), mas os personagens não tem o menos carisma, e os atores não possuem química alguma: parecem estar competindo entre si pelo "quem é mais engraçado".

Matadores de Vampiras Lésbicas conta a história de dois amigos que vão acampar numa cidade onde há... bem.. vampiras lésbicas. Junto com outras garotas, eles tem que combatê-las antes que elas ressucitem a vampira lésbica mor... blablabla. Vocês já entenderam. A trama é boba e rasa, e desperdiça várias boas piadas pelo roteiro acreditar que ela é interessante: particularmente, a trama do vigário e sua filha me interessou (e me divertiu) muito mais do que a trama central (e o desfecho é impagável).

Aliás, com este título chamativo (e divertido), era no mínimo plausível que esperássemos um filme mais ousado, "picante", mas o filme é tão puritano que chega a dar dó: em tempos de Superbad e O Segurança Fora de Controle, por exemplo, a espada que parece um pênis parece piada de criança. E no final das contas, Matadores de Vampiras Lésbicas parece muito mais com Scooby-Doo do que Todo Mundo Quase Morto.

NOTA: 3

1 comentários:

Adriano Mendes disse...

O cara se rachando de rir com a espada é épico!
Eu gostei do filme, é bem estilo "desligue o cérebro e divirta-se!", cumpriu com o que estava proposto.

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