O Pequeno Príncipe



Quase genial adaptação do livro. Quase, porque se enrola em alguns números musicais desnecessários, que infelizmente são vários. De qualquer maneira, o filme triunfa nas partes da adaptação em que acerta. É ousada a maneira como mistura animação e imagens reais (principalmente pela época), e o ótimo uso de lentes quando o Pequeno Príncipe visita outros planetas. Também é bacana que o melancólico final tenha sido mantido, e é só a última canção que envolve o que acontece que realmente funciona.

A direção de arte do filme é um espetáculo a parte, assim como os figurinos. A fotografia é boa, mas podia ser melhor. O destaque acaba sendo o pequeno ator mirim Steven Warner numa performance surpreendente. Reparem seu talento no monólogo sobre a importância das ovelhas e flores. E, claro, Gene Wilder, que com seu talento e olhar de bondade infinita transforma a Rapossa no melhor trecho da história.

NOTA: 8

1 comentários:

Anônimo disse...

Assisti recentemente, e fiquei impressionada e emocionada com a interpretação do ator Steve Warner, é totalmente solta, como uma criança tem que ser, maravilhoso. Não tem biogarafia desse ator mirim? A reflexão que exupéry faz a respeito dos problemas do mundo dos adultos, onde a sua criança interior se deixa morrer, pelos apelos que o mundo nos faz, em relação a família, negócios, empregos, trabalhos, o afastamento do homem de Deus, onde de repente se sente solitário. Questões onde as respostas só podem vir quando você olha ao seu redor e vê a presença de Deus em tudo, ai você vai perceber que não está sozinho, e que pode contar com Ele, o Autor e Consumador da vida, na pessoa de Jesus Cristo. É, muito bom entedermos a profundidade e a riqueza do Saber de Deus.

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